“— Você ama a minha filha?
— Amo muito, senhor.
— Ah, que bom. Porque é disso que você terá que se lembrar nos dias ruins.”
“Não sei se um dia a gente aprende a amar. É tão difícil, dá medo, é arriscado, é perigoso. Mas é libertador. É necessário. É fundamental.”
“Pular no teu ombro. Subir nas tuas costas. Te machucar de algum jeitinho o tempo todo. Fitar teu sorriso, teu cabelo, cada piscadela do teu olho. Te ver sentado no sofá, ver o espaço vazio do lado e mesmo assim preferir o teu colo. Passar a mão por entre os teus fios de cabelo. Preencher o espaço que existe por entre os meus dedos com os teus dedos. Te fazer cócegas. Te fazer rir, sorrir. Suspirar ao ouvir tua voz. Suspirar ao sentir o toque do beijo teu. Fechar os olhos e sorrir ao lembrar de cada uma dessas coisas.”